03 abril 2017

Resenha: “Private” do autor James Patterson e Maxine Paetro.

Oiii pessoal!!!

A resenha de hoje é do livro
“Private” do autor James Patterson e Maxine Paetro, publicado pela Editora Arqueiro em 2012, contendo 207 páginas.

Fonte da imagem: Gisele Honorato

Sinopse:
Só há um lugar seguro para os segredos dos poderosos
Jack Morgan é dono da Private, a melhor agência de investigações que existe, com escritórios em vários cantos do planeta. É a ele que os homens e as mulheres mais influentes do mundo recorrem quando precisam de total eficiência e máxima descrição. A agência é o único recurso quando a policia não pode fazer mais nada.
Os Criminosos estão à solta
Enquanto Jack e sua equipe investigam o assassinato de 13 garotas, surgem dois outros casos, bem mais pessoais. Fred, tio de Jack, procura-o pedindo ajuda com um escândalo financeiro que pode destruir a liga profissional de futebol americano. E a esposa do melhor amigo de Jack, Andy Cushman, é encontrada morta.
Com a Private, nenhum caso fica sem solução
Os três mistérios parecem insolúveis, mas Jack conta com os melhores investigadores e com o que há de mais avançado em tecnologia – recursos que, muitas vezes, não estão à disposição da policia. Além disso, a agência não responde a instituições oficiais, portanto, nem sempre precisa jogar de acordo com as regras.


Private é uma história instigante. Deixa o leitor com vontade de continuar lendo, e os capítulos curtos mais os diferentes pontos de vista colaboram para tanto. Em contrapartida a narração peca pelo excesso de rapidez; os personagens são pouco explorados e dá a sensação de que o autor escreve com pressa para terminar logo a história.

A trama é boa, tem tudo para dar certo, só precisaria ser mais explorada; deixar um pouco de lado a ação e focar na construção dos suspenses. Mas o que entristece é que esse é justamente o diferencial do autor, que atinge uma gama maior de leitores – sobretudo aqueles mais “preguiçosos” que querem ir direto ao clímax da história sem muitos rodeios.
O livro não é ruim, mas ele não me conquistou a ponto de fazer jus aos inúmeros elogios que vejo sobre os romances policiais de James Patterson. Ele foi mediano, e não me despertou grandes emoções ou atiçou enormemente minha curiosidade.
Ao contrário da maioria dos livros policiais esse não tem apenas um caso a ser desvendado e sim três. O primeiro é um que parece ser impossível de resolver, o assassinato de 13 colegiais ao longo de dois anos. O segundo é o assassinato da esposa de Andy, o melhor amigo de Jack. E por fim, o tio de Jack, Fred, aparece com a desconfiança de que haja um esquema financeiro por trás de resultados de jogos de futebol americano.

Vi muita gente reclamando de serem três casos, que isso enrolou o livro e tal. Mas tenho que dizer que serem três casos era necessário para tornar o livro mais realista. Digo, o Jack não é simplesmente um detetive particular ou um investigador de uma grande agência como normalmente vemos nos livros e sim o diretor de uma agência internacional. É natural que vejamos essa carga em cima do protagonista e, pelo menos para mim, soaria falso se a Private tivesse filiais em Los Angeles, Nova York, Londres, Paris (e em mais algumas cidades que não me recordo agora) e a coisa não fosse pesada para Jack.

Entretanto, concordo que o livro seja bem enrolado e o número maior de casos só contribui com isso. Achei o estilo de escrita do Patterson bem chato, isso porque o livro é rápido demais e são MUITOS capítulos (124 em apenas 207 páginas, acreditem), o que deixa a história meio cortada.
O livro é bom e quando você “engata” na leitura tudo fluiu bem.

Recomendo como uma leitura despretensiosa e de entretenimento para quando quisermos relaxar após um livro muito extenso ou que nos impactou.

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